Existe uma geração inteira de jogadores que aprendeu a respeitar cada bala, cada corredor escuro e cada porta rangendo nos tempos de Resident Evil clássico. E vez ou outra surge um título que tenta resgatar essa sensação não copiando, mas abraçando aquela filosofia antiga de design. Ground Zero entra justamente nessa conversa: um survival horror de pegada retrô que aposta na atmosfera e na tensão em vez de correria e explosões gratuitas.
Desenvolvido pela Malformation Games e publicado pela Kwalee, o jogo coloca o jogador em uma Coreia do Sul pós-apocalíptica devastada por um impacto de meteoro que transformou o país em ruínas e corrompeu praticamente toda forma de vida restante.
A premissa já começa pesada: meses após a catástrofe, uma agente de elite e seu parceiro são enviados para investigar e obviamente nada ali é normal, muito menos seguro.
O cenário é tomado por monstros mutantes que surgiram a partir da radiação e das consequências do impacto, e o jogador precisa enfrentar essas criaturas enquanto tenta entender o que realmente aconteceu naquele dia.
E aqui já aparece um detalhe que veterano de survival horror gosta: não é só sair atirando. O jogo mistura combate, exploração e resolução de puzzles, com gerenciamento de recursos e progressão de equipamento.
O que esperar de Ground Zero?
A identidade do jogo Ground Zero deixa claro que a inspiração vem do passado e isso não é segredo. A proposta é reviver o espírito do horror clássico usando câmeras fixas, cenários pré-renderizados e até controles estilo “tank” opcionais para quem quer sentir o sabor completo da nostalgia.
Essa decisão não é apenas estética. Esse tipo de perspectiva muda completamente o ritmo da experiência. Você não está vendo tudo o tempo inteiro o enquadramento limita sua visão, cria tensão e faz cada passo parecer uma aposta. É o tipo de design que força o jogador a desacelerar, observar e respeitar o ambiente.
O combate vai além do tiro básico, a personagem pode atirar, atacar fisicamente, contra-atacar e evoluir habilidades através de pontos obtidos por eliminações eficientes, liberando upgrades de equipamento.
Ou seja eficiência importa. Jogar bem não é só sobreviver, é sobreviver melhor.
Outro ponto importante de Ground Zero é o mundo explorável, a aventura passa por uma cidade destruída de áreas costeiras e templos até regiões urbanas em ruínas criando variedade visual e narrativa.
Não é só cenário bonito: é ambientação carregada de história implícita, algo que survival horror clássico sempre soube fazer sem precisar ficar mastigando lore na sua cara.
E claro tem chefes, criaturas mutantes gigantescas que representam o ápice da ameaça naquele mundo deformado, exigindo estratégia e preparo do jogador.
O jogo ainda promete conteúdos extras desbloqueáveis, modos adicionais e finais secretos para quem gosta de fuçar cada canto e revisitar a campanha.

Requisitos
Abaixo os requisitos para rodar o jogo Ground Zero, até o momento disponível apenas para PC na Steam.
Mínimos:
Requer um sistema operativo e processador de 64 bits
Sistema Operativo: Windows 10
Processador: Intel Core i5 9th Generation / Ryzen 5 3600
Memória: 16 GB de RAM
Placa gráfica: NVIDIA GeForce GTX 1060 (6 GB) or AMD Radeon RX 580 (8 GB)
Recomendados:
Requer um sistema operativo e processador de 64 bits
Sistema Operativo: Windows 10
Processador: Intel Core i5 11th Generation / Ryzen 5 5600 X
Memória: 32 GB de RAM
Placa gráfica: NVIDIA GeForce GTX 1660 Ti or AMD Radeon RX 5600 XT
Assista a gameplay
Abaixo você pode assistir as gameplays de Ground Zero que eu gravei para o meu canal.
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